terça-feira, 2 de agosto de 2011

ritual de lilith

MensagemAssunto: RITUAL DE LILITH   Sab Mar 13, 2010 4:34 am

RITUAL DE LILITH

I - Ritual
O nome Lilith vem, provavelmente, da Suméria e significa: "aquela que se
apoderou da Luz".
Originalmente, Lilith tinha um só aspecto, "a terrível Deusa-Mãe". No
desenrolar da evolução do mito, ela conservou dois aspectos singulares:
. Como uma prostituta divina, ela tenta seduzir todos os homens;
. E, como a terrível mãe, ela ambiciona prejudicar mulheres grávidas.
Estes dois aspectos de Lilith são encontrados nas escrituras babilônicas
como personificações de Camaschtu e Ishtar.
Nos textos mágicos aramaicos ela aparece como um demônio, que causa tanto
doenças corporais, esterilidade, aborto, como também perturbação psíquica.
Dizem que ela não só aparece em sonhos e visões como, também, os provoca.
Dos Códigos Antigos do Sacerdócio (Gênesis) consta que Lilith foi a primeira
mulher de Adão. Deus criou Lilith, assim como Adão, do barro. Surge, assim,
uma briga entre os dois, porque Lilith, no "movimento conjugal", não queria
se deitar por baixo. Lilith se referia à criação com o mesmo barro e
desejava igualdade de direitos. Como Adão não conseguia aceitar que Lilith
se deitasse por cima, ela o abandona e atrai para si de volta o Mar Vermelho
(Deus, então, cria para Adão uma mulher dócil - Eva. Pois ela é somente uma
costela, para não poder se rebelar.).
Podemos chamar Lilith para abortar crianças indesejadas. Para fazer correr
desde aquele vizinho inoportuno, indesejável (não é à toa que um dos seus
nomes é "a estranguladora"). Mas, também podemos chamá-la para nos ajudar a
quebrar tabus ou nos livrar de nossos próprios padrões, conceitos e
preconceitos.

II - Ritual:
RGP ( Banimento).

O templo é iluminado por uma vela. A Sacerdotisa, que está com o corpo
pintado de preto, fica de cócoras no meio da sala.
Os participantes entram nus e, um a um, no templo. Ao fundo um monótono
tamborilar. Os participantes sentam em círculo em volta da Sacerdotisa.

Estabelecimento de Intenção:
"É nosso desejo, nos libertar de nossos preconceitos em relação à nossa
conduta sexual."
A música ressoa (de preferência: "Diamanda Galás - Deliver me from mine
enemies") e as invocações passam a ser entoadas.
Enquanto os participantes entoam um mantra, visualizam a sacerdotisa como
Lilith ( ela é uma Deusa com duas grandes asas e enormes pés de aves com
garras para agarrar as presas).
Para os mantras, os participantes são divididos em dois grupos:

Mantra l: KISIKIL LILAKE.

Mantra 2: KISIKIL UDDAKARA

( Os mantras são entoados alternadamente.).

Quando a Sacerdotisa incorpora, ela se levanta e começa a dançar. Em algum
momento ela grita alto e os participantes encerram os mantras.
Invocação Enochiana.

Após, a música recomeça e a Sacerdotisa busca um participante para dançar
dentro do círculo. Cada participante joga uma pedra, como sacrifício para a
Deusa, em um alguidar com um líquido vermelho e, então, outro participante
entra no círculo.
Os participantes dançam e carregam o Sacramento. Separam-se.
Agradecimento e RGP ( Banimento).

Invocação l :

Terrível ela é, impetuosa ela é, ela é uma Deusa, horrível ela é. Seus pés
são como dos pássaros, seus cabelos são soltos, suas mamas são desnudas.
Suas mãos estão em carne e sangue.
Deusa Negra, preto sobre preto.
Sangue ela irá comer, sangue ela irá beber. Como um boi irá bramir, como um
urso irá resmungar, como um lobo irá esmagar.
Invocação 2 :

Negra ela é, mas bela!
Seus lábios são vermelhos como a Rosa, mais doce que toda a doçura do mundo.
Ela é a prostituta Lilith, ela que na escuridão voou do deserto para cá,
para seduzir as pessoas. Ela é a causadora de sonhos e visões prazerosas.
Uma prostituta ela é!
Ela é a primeira Eva, a Deusa que combate à frente com revoluções pela
liberdade. Ela é KI-SIKIL-LIL-LA-KE, uma menina permanentemente gritante!
Invocação em linguagem lunar :

OMARI TESSALA MARAX,
TESSALA DODI PHORNEPAX.
AMRI RADARA POLIAX
ARMANA PILIU.
AMRI RADARA PILIU SON,
MARI NARYA BARBITON
MADARA ANAPHAX SARPEDON
ANDALA HRILIU.
Tradução:

Eu sou a prostituta, aquela que abala a morte.
Este abalo dá à paz, prazer realizante.
Imortalidade nasce em meu crânio, e música na minha vulva.
Imortalidade nasce na minha vulva também, pois minha luxúria é um doce
perfume, como um instrumento de sete lados tocado para Deus, o invisível, o
Todo-soberano, que vagueia ao redor, que dá o grito estridente do Orgasmo.
( Aleister Crowley : "A Visão e a Voz").
Invocação Enochiana :

OL GOHE
Eu invoco
DO AO IP KI-SIKIL-UD-KAR-RA
o nome de Ki-Sikil-Ud-Kar-Ra
DAS I VAMAD BABALON BABALOND
aquela que é chamada de prostituta perversa
PI GIU EORS CORAXO
ela é mais forte do que mil trovões
PA MAZABA VAPAAH VOUINA
ela vem com asas de dragão
I TOLTORGI
e com todas as suas criaturas
BUTMONI PARM ZUMVAI
de suas bocas jorra sangue
PA BAHAL CINILA
ela chora sangue em alta voz
EOLIS OLLAG ORSABA
fazendo os homens ficarem inebriados
OD GOHIA CICELES TELOCHI
dizendo os mistérios da morte e
MALPIRGAY
aumentando a chama da vida.
MAZABA LILITH !
Venha Lilith!
ZAMRAN LILITH !
Apareça Lilith!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

parceiros

<a href="http://libelulaverdadeira.blogspot.com/"><img src="http://img803.imageshack.us/img803/2766/1060803764c07d6m3.jpg" border="0" width="125" height="125" alt="BannerFans.com" /></a>

quarta-feira, 20 de julho de 2011

dedicaçao

(DEDICAÇÃO ESPECIAL A ALAN BRAGA) "LUA"

LUA QUE ILUMINA NOSSAS NOITES
LUA QUE OBSERVA OS NOSSOS CORAÇÕES
LUA QUE COM ADMIRAÇÃO E ESPLENDOR GUIA NOSSOS PASSOS RUMO
A NOSSO AMOR.

SÓ ELA SABE O QUE SENTIMOS ,POIS TODAS AS NOITES ELA ESTÁ LÁ NO CÉU
A NOS ILUMINAR...

LUA QUE COMO NÓS TAMBÉM CHORA,POR UM AMOR QUE EM TODOS OS FINS DE TARDE VAI EMBORA...

MEU AMOR,EU FAÇO DE TI MINHA VERDADE...SOFRO POR SENTIR SAUDADES
OS SONHOS SE PASSAM EM MEU OLHAR,TUA BOCA LINDA A ME TOCAR.

AGORA APENAS FICO A IMAGINAR O MOMENTO DE TE ENCONTRAR,
SEM PENSAR QUERO TE ABRAÇAR,
SEM PENSAR QUERO TE BEIJAR
 E SEM PENSAR QUERO TE AMAR EMBAIXO DO MAIS BELO LUAR...

(AUTORIA)CAROL SILVA

terça-feira, 19 de julho de 2011

PLAGIO E CRIME!


Estou de Olho

TODOS OS POEMAS AQUI POSTADOS TEM SEUS DEVIDOS AUTORES
E DIREITOS AUTORAIS
GOSTOU DE ALGUM POEMA? GOSTARIA DE COPIA-LO?
FIQUE AVONTADE MAIS POR FAVOR COLOQUE OS DIREITOS AUTORAIS JUNTO COM O MESMO POR QUE PLAGIO E CRIME ..

DESDE JA AGRADEÇO A COMPREENÇAO DE TODOS VOÇES ABRAÇOS A TODOS

A EQUIPE CIDADE DAS SOMBRAS ESTA DE OLHOS BEM ABERTOS QUANTO A PLAGIADORES

E OS AUTORES QUE AQUI ESTAO TBM

poema




encruzilhada de terror


me perdi em uma estrada
encruzilhada de terror
sangue frio escorrendo
sangue frio de amor.

me sinto desanimado
afogado em solidao
me mataram com covardia
me arrancaram o coraçao.

agora eu sou cinza
condenado sem perdao
aprisionaram um morto
um morto sem coraçao.

nesta cela que se chama vida
somente um sentimento me restou
o nome dele eu nao sei
mas as pessoa o chamam de amor.

essa vida ja se foi
nao irei continuar
arrancaram minhas asas
agora so posso caminhar...

(autoria) alan braga

poema



eu sinto

eu vejo a cada dia
uma novidade em teu olhar
eu sinto em meu coraçao
a nescessidade de te amar

com noites frias
a cada estaçao de verao
eu sinto voce em mim
eu sinto em mim teu coraçao.

nao tenho nenhum motivo para parar
eu vejo nas estrelas um sonho realizar
pregado em minha alma
impregnado por te amar.

a distancia e longa
o sentimento e demais
tua voz me sustenta
e nao me deixa andar pra tras.

as vezes tenho medo
e quase sempre vou chorar
mas isso nao sera motivo
para deixar de te amar.....


(autoria)alan braga

poema





Essência

NA ESSÊNCIA DE CADA SER VAGANDO PELA ESCURIDÃO,ENCAIXO-ME ENTRE SEUS OLHARES,ENCAIXO-ME ENTRE SEUS CANINOS AFIADOS,ENTRE SEUS CORAÇÕES A MUITO CONGELADOS...

NÃO TEMO,POIS APRENDI A RESPEITAR
NÃO TEMO,POIS APRENDI A AMAR
NÃO TEMO,POIS APRENDI A ADMIRAR

PESSOAS,CRIATURAS DEITADAS SOBRE SEPULTURAS
HORA CLAMANDO POR PERDÃO
HORA DESEJANDO O DOCE GOSTO DE TEU CORAÇÃO...

ESPERANDO SIMPLISMENTE ATÉ QUE LHES SEJA DADA A SENTENÇA,
ATÉ QUE LHES SEJA NOTADA A AUSÊNCIA...
AUSÊNCIA DE SEDE,DE FRIO,DE FOME...NECESSITANDO APENAS DO INCONFUNDIVEL
GOSTO DE VITALIDADE QUE CORRE EM SUAS VEIAS...

NÃO SABENDO AO CERTO ONDE TUDO DARÁ E SE DARÁ EM ALGUM LUGAR...
ISSO FICA A DESEJAR...
RECONHECENDO QUE SE CHEGAR ONDE QUISER NÃO SERÁ TOMADO PELO ARREPENDIMENTO,NEM PELA LOUCURA,SABERÁ ENFIM QUE É APENAS A ESSÊNCIA DE SUA ALMA REVELANDO O SEU VERDADEIRO DESEJO...

DESEJO ESSE QUE NÃO MAIS PODERÁ EVITAR
DESEJO FORTE E ELOUQUENTE,QUE NÃO PODERÁ SEGURAR
APENAS TERÁ QUE SE ENTREGAR E POR UM MOMENTO SE DELICIAR,APRECIAR
E NUNCA MAIS RECUAR...

(AUTORIA)CAROL SILVA

poema





INSPIRAÇÃO

A CADA MOMENTO QUE PASSA
A CADA LEMBRANÇA QUE APARECE
A CADA SONHO QUE ME RECORDO

SÓ AUMENTA A CERTEZA DE MEU SENTIMENTOS
LOUCAMENTE ESTRANHOS
LOUCAMENTE DESCONTROLADOS

EU SÓ SEI PENSAR EM VOCÊ
JÁ NÃO MANDO MAIS EM MIM E NÃO QUERO RESISTIR
A ESSA DOCE SENSAÇÃO
A ESSA MAGNIFICA TENTAÇÃO
A ESSA ESTRANHA INSPIRAÇÃO

ME PERCO PENSANDO EM TI...

ATÉ MESMO OS MELHORES MOMENTOS DA MINHA VIDA NÃO FORAM TÃO INSPIRADORES COMO O MEU AMOR POR VOCÊ,POIS PERCO-ME EM SEUS OLHARES SEMPRE QUE TENTO ENCONTRAR-ME

SIGO EM FRENTE,LEVANDO MINHA MENTE
IMAGINANDO FANTASIAS ENLOUQUECENTES
MOMENTOS ARDENTES,ATÉ QUE UM DIA TUDO POSSA SE TORNAR REAL
PARA QUE ENFIM EU VIVA ESSE ROMANCE FORA DO NORMAL..

(AUTORIA)CAROL SILVA

domingo, 17 de julho de 2011

vampirismo! em que voce acredita?

"...Aquilo que transcende a racionalidade se torna um atraente caminho em busca do inalcançável, capaz de libertar o espírito do peso dos dogmas pré estabelecidos.''
    O mito do homem imortal existe desde os primeiros registros históricos da humanidade. Alguns dos livros mais antigos da humanidade, como a Bíblia e as Mil e Uma Noites, que misturam registros verídicos com ficção, citam personagens que viveram uma existência incalculável.
    Atravessaram séculos divulgando uma obra de caráter místico e acabaram se tornando lendas de sabedoria. Muitos deles com o pretexto de evocarem a Deus realizavam rituais de sangue com seres humanos. Mais é possível que a evocação tivesse apenas caráter egoísta de prolongamento da própria vida através de acordo com entidades malignas. Esses homens tomado as vezes por profetas, magos poetas e sacerdotes, devem ter sido os primeiros vampiros a traçarem trilhas de sangue no planeta. Com o conhecimento acumulado por séculos de existência, se escondiam facilmente atrás de uma notória sabedoria que lhes permitiam continuar a praticar seus crimes sem levantar suspeitas. Foram eles que disseminaram o culto da eternidade através de alianças místicas realizados com o sangue de criminosos e inocentes.
    Quase todas as culturas da Terra tem alguma lenda sobre seres meio humanos que prolongaram a vida carnal se alimentando de sangue. O que existe na verdade é uma confraria secular desses seres que se espalham pelos quatro cantos do mundo, contaminando outros escolhidos com uma sede maldita, para que um dia pudessem chegar o ter o poder total sobe os destinos humanos. Por isso as lendas sobre vampiros nos são contadas das mais diversas maneiras. No Egito antigo o sangue era derramado o bebido pelos sacerdotes de Set. A Bíblia também relata sacrifícios de sangue, atribuindo-os as vezes a vontades divina. Entre os Incas, essa também era uma pratica comum nas noites de solstício de inverno. Mais os registros históricos mais recentes, falam de vampiros que existiram entre criminosos e hereges que, mesmo depois de enforcados voltaram de suas tumbas para beberem o sangue dos incautos que se aventuravam pelos caminhos obscuros da vida.
    A imagem de vampiros habitando velhos cemitérios abandonados nos foi legada na idade média, quando esses seres temiam ser encontrados pela Santa Inquisição e queimados na fogueira. A espécie não foi extinta porque é provável que muitos deles se escondessem atrás da própria Igreja, assumindo o lugar de padres, bispos e até Papa. A afirmação pode parecer absurda tomando-se em conta que os vampiros temem os símbolos sagrados. A verdade é que apenas os vampiros do ramo fariseu e aqueles que foram contaminados por acaso temem a força dos objetos consagrados a Deus. O ramo conhecido como os dos homens que não devem morrer é bastante esclarecido e possui um poder tão grande que os deixa livre de qualquer influencia místicas desses símbolos. No entanto vale disser que uma grande parte desse ramo é constituída por vampiros que tem feito mais bem do que mal a humanidade. Isso porque os Homens que Não Devem Morrer se originaram de rituais esotéricos que captam a bipolaridade das energias da natureza e com elas são capazes de se preservarem corporalmente e seguirem seus caminhos, livre de influências malignas encontradas nos demônios.
    Como é possível notar, existem Vampiros de diferentes espécies. Alguns trilham apenas caminhos sanguinários e não deixam nada de Positivo para a humanidade, enquanto outros se utilizam da longa vida para ensinar novas alternativas para a humanidade. O importante é saber que todos são feitos das trevas, as trevas não passam de Luz condensada, ou seja, é tudo uma ilusão do poder de destruição e criação.
O Vampiro Original
    Existem lendas de vampiros desde 125ac, quando ocoreu uma das principais estórias conhecidas de vampiros. Foi uma estória grega. Lendas sobre vampiros se originaram no oriente e viajaram para o ocidente através das rotas de seda para o Mediterrâneo. De lá, elas se espalharam por terras eslavas e pelas montanhas Capath. Os eslavos têm as lendas mais ricas sobre vampiros. Elas foram originariamente mais associadas com os iranianos e depois migraram para onde estão agora, por volta do oitavo século. Quase na mesma época em que chegaram, começou o processo de cristianização, e as lendas de vampiros sobreviveram como mitos.
    Mais tarde, os ciganos migraram para o oeste pelo norte da Índia (onde também existem um certo número de lendas sobre vampiros), e seus mitos se confundiram com os mitos dos eslavos que já havia lá. Os ciganos chegaram na Transilvânia pouco tempo depois de Vlad Dracula nascer em 1431. O vampiro aqui era um fantasma de uma pessoa morta, que na maioria dos casos fora uma bruxa, um mago, ou um suicida.
    Vampiros eram criaturas temidas, porque matavam pessoas ao mesmo tempo em que se pareciam com elas. A única diferença era que eles não possuíam sombra, nem se refletiam em espelhos. Além disso podiam mudar sua forma para a de um morcego, o que fazia deles difíceis de se pegar. Durante a luz do dia dormiam em seus caixões, para à noite beber sangue humano, já que os raios eram letais para eles. O método mais comum era, pela meia noite, voar por uma janela na forma de um morcego e morder a vítima no pescoço de forma que seu sangue fosse totalmente sugado. Os vampiros não podiam entrar numa casa se não fossem convidados. Mas uma vez que eram poderiam retornar quando quisessem. Os vampiros eslavos não eram perigosos somente porque matavam pessoas, (muitos seres humanos também faziam isso) mas também porque suas vítimas, depois de morrerem, também se transformavam em vampiros. O lado mais forte do vampiro era que eles eram quase imortais. Apenas alguns ritos podiam matar um vampiro como: Transpassar seu coração com uma estaca, decaptá-lo ou queimar seu sangue. Esse tipo de vampiro também é o tipo mais conhecido, especialmente o Conde Drácula, de Bram Stoker.
Casos Verídicos
Idries Shah descreveu, no livro Oriental Magic, a formação de uma lenda na Índia: 
"Coletei curioso material sobre uma lenda de vampiro em formação, o que parece desusadamente interessante. 
Circulam na Índia muitas lendas sobre uma certa vampira inglesa que dizem comer carne crua e beber sangue humano sempre que possível. É verdadeira essa história ? será apenas mais uma das histórias sangrentas difundidas por agitadores antibritânico (como o horror dos bebês belgas da primeira guerra mundial) ? A verdade está no meio termo. Constitui um dos exemplos mais clássicos de formação de uma lenda que jamais encontrei.
    Uma viuva inglesa, cujo marido foi morto em 1916, vivia em Bombaim e passava a estação quente nas montanhas. Diz-se ter sido ela de aparência perfeitamente normal. A única coisa que parecia marcar sua atitude de vida era a convicção de que era irresistível ao sexo oposto. E mesmo isso não é inusitado.
    Um marajá que estava passando o ano na mesma estação de montanha tinha o hábito de dar festas magníficas. Uma noite, depois desse divertimento, essa mulher (sra. W.) e uma amiga (sra. S.) estavam voltando para casa de riquixá. O riquixá que ia na frente delas havia capotado nas pedras, ao virar uma esquina muito depressa. Várias pessoas ficaram feridas. As duas mulheres pararam seu riquixá e foram ver se podiam ajudar em algo. Note-se que nenhuma das duas havia sido acidentada ou ferida de alguma forma.
    Ao voltarem ao seu hotel, a sra. S. notou que a boca de sua amiga estava coberta de sangue. Depois circulou a história de que a sra. W. tinha sugado o sangue de uma das vítimas do acidente: ela era uma vampira. Ela morreu alguns meses depois e assim a lenda continuou, cresceu e provavelmente continuará a crescer.
    Entretanto casualmente encontrei a sra. S. e perguntei o que sabia de toda a história. Aqui está sua versão:
    Perguntei à sra. W., naquela mesma noite, por que havia sangue em seu rosto. Ela primeiro me disse que era de uma das vítimas e que tinha espirrado em seu rosto no acidente.
    Três dias depois, porém, quando circulava o rumor de que era vampira - contado por algum dos sobreviventes do acidente e não por mim - ela me procurou para "confessar" que ia voltar à Inglaterra para tratamento.
    Perguntei-lhe se ela era vampira e ela disse que não. A verdade é que, quando criança, ela tinha sofrido de uma doença e tinha de comer sanduíches de carne crua. Ela se acostumou tanto com isso que nunca comia carne cozida. Seu médico via isso como um estado psicológico mais ou menos inofensivo. E assim continuou ela com a dieta. Ao ir para a Índia, ela descobriu que era difícil conseguir carne crua, apesar de sentir muita vontade e, finalmente, ela conseguiu arranjar fornecedor. Mas ela se "controlava", tanto quanto possível. Na noite do acidente, ela me contou que não comia carne crua há semanas e que, ao se curvar sobre um ferido, aquilo foi demais para ela e então encostou seu rosto no dele como para beija-lo. Um indiano que estava presente, conhecendo talvez o seu gosto por carne sangrenta, deu início aos rumores."
    Baseado neste relato, Idries chegou à seguinte conclusão: "O vampirismo humano, portanto - se é que jamais existiu - pode ser atribuído a uma psicose ou a um apetite determinado por um condicionamento à carne crua. Que a humanidade comia carne crua é sabido. Sobrevivência mais ou menos recente dessa prática encontra-se no famoso antropófago escocês Sawney Beane e sua família".
    Mas o vampirismo de modo algum se refere a apenas isto, existem muitos outros casos, muitas outras explicações e muitos enigmas sem solução...
    Vários escritos, por exemplo, ligam a idéia da cova com o fato comum de se cometer um engano e enterrar um vivo por morto, fato este que ocorre constantemente. Nos séculos 16 e 17 muita gente morria de doenças desconhecidas e algumas eram enterradas ainda vivas. Ao se reabrir a cova, o corpo estava em posição mudada e em melhor conservação do que deveria. Na época da primeira guerra mundial, em São Paulo, durante a chamada "gripe espanhola", juntava-se muita gente apenas desmaiada aos cadáveres e deixavam-nos no cemitério. Como eram muitos os mortos, não se dava conta dos enterros e, passado o estado cataléptico, o doente erguia-se para voltar para casa.
    No século XVIII, na Hungria, epidemias incontroláveis à época de doenças como a varíola, foram freqüentemente ligadas à ação dos vampiros. A caça aos vampiros era implacável, montavam-se tribunais especiais e interrogavam dezenas de suspeitos. Não se enterravam cadáveres sem antes ficarem expostos com o fim de verificar se eles se decompunham normalmente. Tumbas eram abertas e se o corpo não estava putrefato enfiavam-lhe uma estaca no coração, decepavam-lhe a cabeça ou usavam qualquer outro método para por fim ao morto. Conta-se que os soberanos húngaros chegaram a determinar a formação de comissões para estudar o fenômeno que estava sendo considerado como uma praga que punha em risco o poder do estado e das autoridades constituídas. Chegou-se mesmo a determinar a perfuração dos corações, decapitações e incinerações de todos os cadáveres de cemitérios onde houvessem um ou mais vampiros pos supunha-se que o vampirismo poderia atingir os mortos que ali jaziam. Diz-se que neste tempo fogueiras ardiam por muito tempo incinerando os diversos mortos suspeitos de vampirismo e que todos os animais que se encontrassem nas proximidades eram também queimados durante esses grandes rituais de incineração pois acreditava-se que os vampiros poderiam encarnar em um deles e escapar da destruição definitiva.
    No capítulo XX do livro V, o escritor grego Pausânias relata um fato que lhe fora contado e testemunhado por Aristarco, seu antiquário. Dizia que "Quando os Eleatas mandaram reparar o templo de Juno, cuja abóbada ameaçava ruir, foi descoberto entre a abóbada e o telhado o cadáver de um homem armado para a guerra e aparentemente morto por causa dos ferimentos. Era sem dúvida um dos eleatas que sustentaram o cerco contra os Lacedemónios em Áltis. Este homem atravessado de golpes foi arrastado para lá e ali morreu. Como quer que fosse, depois de decorridos tantos anos, o seu corpo tinha-se conservado perfeitamente (...)".
    Quatro moças começaram a sofrer repentinamente de pesadelos terríveis numa aldeia da Ucrânia. Elas acordavam trêmulas e afirmavam que alguma coisa que não era-lhes possível definir as atacava e tentava estrangular a todo custo. Todos os pesadelos apresentavam-se idênticos e simultâneos. Todas as quatro jovens passaram a apresentar duas pequenas perfurações azuladas no pescoço. Os aldeões então, foram ao cemitério e abriram o túmulo de um suspeito de feitiçaria e relações com o diabo que fora morto a três semanas. O cadáver apresentava-se perfeitamente intacto e sem exalar qualquer odor. Seus olhos estavam abertos e havia uma grande quantidade de sangue por todo o caixão. Dadas as condições em que o cadáver se encontrava, resolveu-se proceder do modo que mandava a tradição: Um dos coveiros cravou-lhe uma estaca de madeira no coração, o corpo foi queimado numa fogueira e, por fim, enterrou-se as cinzas numa vala profunda.
    Os castelões, ou melhor dizendo, os homens que cuidam dos velhos castelos ingleses, diziam que o ódio é um dos alimentos dos demônios da noite e, por extensão, dos vampiros. Ainda acrescentam que pessoas odiadas em vida podem retornar após a morte para "acertar as contas".
    Um caso muito interessante teve lugar na velha Londres, a capital dos fantasmas. Trata-se da mote do ferroviário Mattews atirando-se debaixo de um trem em 1958. As investigações feitas para descobrir a causa de um ato tão desesperado, revelaram que sua noiva, morta pela Leucemia - dizia ele - aparecia-lhe todas as noites clamando por sangue loucamente. Que sem ele não poderia voltar...
    Na metade do século XIX, havia na França um famoso médico chamado Trousseau que, apesar da fama, não conseguiu curar um paciente de nome Lesahor que sofria de um persistente mal hepático. Por precaução, a mulher do Sr. Lesahor, que também era paciente de Trousseau, não foi informada sobre a morte do marido o que alias ela nem percebeu sobretudo porque o morto continuava a freqüentar seu quarto todas as noites. O Dr. Trousseau tomou conhecimento desse espantoso fato por causa de um comentário da viuva: "O Sr. Lesahor tem melhorado muito da saúde, ultimamente. Está mais gordo e até corado!" Intrigado, Trousseau resolveu esperar no dia seguinte o tal visitante noturno no quarto da Sra. Lesahor para ver do que se tratava. Então eis que seu antigo paciente surgiu bem vivo e desembaraçado. Trousseau quis examina-lo mais de perto mas Lesahor evitou-o habilmente e saiu apressadamente da casa. No dia seguinte e com autorização oficial, Trousseau decidiu fazer uma inspeção no túmulo do Sr. Lessaor e encontrou o morto em seu devido lugar com um aspecto "excepcionalmente bem conservado". A viuva veio a falecer de anemia poucos dias depois. O Dr. Trousseau enviou um relatório do caso ao Colégio de Medicina mas acusaram-no de "procurar publicidade" e por isso desistiu de continuar com o caso.
    Um caso interessante foi o do padre Charbel Manklouf. Ele fora monge baladita libanês do mosteiro de São Marmn de Annaya, nascido em 1828 e morto aos 70 anos de idade em 1898. Seu corpo foi sepultado no cemitério do convento. Um ano depois foi necessário resgatar o caixão que ficou meio descoberto devido à chuvas torrenciais que transformaram o cemitério num deforme lamaçal, para transferi-lo para outro lugar menos exposto. Preocupados com o estrago que o mau tempo poderia ter causado no fétero, decidiu-se pôr o corpo em um caixão novo e, para surpresa de todos, encontraram o padre não só absolutamente incorrupto como também com os membros frescos e flexíveis como os de um corpo de alguém que dorme.
    Então os frades puseram-no num caixão novo e resolveram deixa-lo descoberto exposto à piedade dos devotos. Assim, pode-se constatar que este cadáver transpirava. Devido à falta de cuidado, o rosto do padre sofreu assaltos dos fanáticos que desejavam possuir relíquias ao longo dos vinte e oito anos que o corpo permaneceu visível e acessível aos devotos e curiosos., Em 1927, decidiram coloca-lo junto aos mortos devido a estas agressões. O corpo do padre Cherbal foi colocado em um ataúde de cedro forrado de chumbo e posto num nicho aberto em uma das paredes da cripta da igreja de Annaya sendo que seu sepulcro foi lacrado com a data de 24 de junho de 1927.
    Em 1950, ou seja, vinte e três anos depois um frade descobriu assombrado que uma estranha umidade estava começando a ser vertida daquela parede, pôs seus dedos e quando retirou-os estavam vermelhos, molhados de sangue. Então tornaram a exumar o corpo e este se encontrava igual que em 1927. No ato do desenterramento estavam presente uma comissão eclesiástica e uma delegação científica. Esta delegação esteve estudando o caso durante dois anos e emitiu o seguinte relatório oficial em 1952: "A delegação médica e científica não pôde deixar de constatar a evidência dos fatos, seu caracter excepcional e a ausência de qualquer intervenção humana. Nunca se procedeu, nem no passado, nem agora, a embalsamar o corpo do monge".
    No dia 7 de agosto de 1956 quis-se, com grande segredo, executar uma última averiguação e tornou-se a abrir o caixão que estava com as paredes externas salpicadas de sangue. A corpo encontrava-se igual a como estava em 1927 e flutuava no líquido que havia estado segregando. Apenas suas poupas haviam apodrecido mas constatou-se que "as carnes cediam elasticamente sob a pressão dos dedos como as de um ser vivo e as articulações continuavam flexíveis". Tendo em viste todas estas constatações é pois certo que se voltássemos hoje para novamente inumar o corpo encontrá-lo-íamos igual a sempre. Seria interessantet mandar um pouco do tal líquido para análise a fim de averiguar se trata-se mesmo de sangue normal ou se as novas técnicas médicas constatariam alguma irregularidade.
    "Nove dias depois de ter-se produzido o falecimento da bem-aventurada madre Maria Villani, decidiram abrir o peito do cadáver, mas o cirurgião encarregado da operação teve que retirar imediatamente sua mão de dentro da cavidade que havia praticado ao perceber que um intenso e extraordinário calor exalava dela."
    Um acontecimento com repercussões judiciais do vampirismo clássico ocorreu em 1912, quando um certo granjeiro húngaro foi a um cemitério, desenterrou um cadáver, enfiou alhos e pedras em sua boca, e cravou-lhe uma estaca de madeira em seu peito, acreditando ter assim cumprido os requisitos de um antigo método transmitido por incontáveis gerações de pais e filhos. Oficialmente, não se registrou mais acontecimentos desta natureza mas devido ao caráter secreto da cerimônia parece difícil comprovar que eles não tenham mais ocorrido realmente.
    Em 1892, em Exeter, Inglaterra, ocorreu um caso estranho: A família Brown parecia estar sendo vitimada por uma espécie de maldição, e várias mortes a atingiram. Após a morte da mãe e de suas duas irmãs, Edwin, que era um dos filhos, começou a apresentar sinais de fraqueza e nenhum remédio foi capaz de ajuda-lo. Então concluiu-se o pior, que uma das mulheres mortas devia estar vampirizando-o. Decidiu-se exumar os corpos e para isto retiraram os três caixões da cova no cemitério local. Dois caixões continham apenas esqueletos normais mas o terceiro, da irmã Mercy apavorou os presentes ao ser aberto. Mercy tinha o mesmo aspecto de quando fora enterrada e ainda havia sangue em seu coração. Não houveram dúvidas. Reduziram a pó o coração de Mercy com um preparado químico especial. Contudo, nem mesmo isto impediu a morte de Edwim.
    Dois resumos de Twelve Years' Study of the Easten Question in Bulgaria (publicado em Londres em 1877) por Saint-Clair e Broth: "Exporemos agora as superstições búlgaras em seu estado mais puro, exposição digna de todo crédito já que um de nossos próprios serventes é filho de um destacado vampiro. Na atualidade está cumprindo penitência por ser Quaresma, privando-se de fumar e beber vinhos e licores, e ao mesmo tempo evitar a tendência e a herança da condição paterna." A segunda narrativa diz que "Quando um homem que tem sangue de vampiro nas veias - porque essa condição não é só epidêmica e endêmica, mas sim também hereditária - ou tem predisposição a converter-se em vampiro, morre, nove dias depois de seu enterro retorna ao mundo dos vivos adotando natureza etérea. A presença do vampiro, neste primeiro estágio, pode-se perceber no escuro por uma série de faíscas semelhantes às emitidas pelo pedernal ao bater no aço, e à plena luz, por uma sombra que se projeta na parede variando sua densidade de acordo com os anos de atividade desenvolvida pelo vampiro. Neste período de iniciação o vampiro é relativamente inofensivo, sendo só capaz de fazer brincadeiras semelhantes às do irlandês Phooka, às dos alemães Kobold e Gnome ou às do britânico Puck. Emite uivos com uma terrível voz ou se diverte chamando os habitantes da casa com carinhosos termos, sacudindo-os depois até enche-los de contusões."
    Em 1863 declarou-se uma voraz epidemia de vampirismo nas longínquas aldeias da Bulgária. À noite, os aldeães acendiam velas e reuniam-se nas praças públicas, unidos ante seu espectral adversário. Queixavam-se de serem acossados pelos "oborus" que, segundo Dudley Wring em Vampires and Vampirism (1914), "... iluminavam as ruas com seus resplendores. Alguns dos mais decididos plasmavam suas sombras nas paredes das salas onde os camponeses estavam reunidos em assembléia, compartilhando seu medo, enquanto que eles uivavam, gritavam e juravam do outro lado das portas, entravam nas casas abandonadas, salpicavam com sangue o chão e reviravam e sujavam tudo, inclusive as imagens dos santos com estrume de vaca, até que uma anciã, suspeita de desenvolver atividades relacionadas com a bruxaria, foi descoberta e com ela o espírito causador de tantas perturbações, depois do qual, a aldeia recuperou a paz e a liberdade".
    Esta notícia foi retirada de um artigo do jornal francês Figaro, edição de Outubro de 1874: "Deveremos acreditar em vampiros ? Possivelmente muitos de nós discutimos a este respeito ao tomarmos conhecimento da morte do conde romeno Borolojovak, falecido em Paris há pouco mais de uma semana. Exilara-se em França para fugir à sua Romênia natal, porque a vizinhança pensava que todos os membros da sua família se transformavam em "vampiros" após a morte. Pouco tempo antes de abandonar a vida terrena, fez o seu hospedeiro parisiense jurar que lhe arrancava o coração imediatamente após a sua morte. Era, pensava ele, o único meio de esconjurar a maldição e pôr termo à sua estranha enfermidade. Era deste modo que se procedia outrora, na Europa Central, para destruir os "mortos-vivos" e os impedir de praticar o mal para além do túmulo[...]"
    Nota encontrada no Dictionnaire de Théologie Catholique, do abade Migne (Paris, 1852), na rubrica "vampiros", tomo 49, página 785: Ö que há de mais notável na história dos vampiros é que eles partilharam com os filósofos, esses outros demônio, a honra de espantarem e perturbarem o século XVIII. Foram eles que assustaram a Lorena, a Prússia, a Silésia, a Polônia, a Morávia, a Áustria, a Rússia, a Boêmia e todo o norte da Europa, enquanto os demolidores da Inglaterra e da França derrubavam as crenças, dando a impressão de que não atacavam senão os enganos populares ..."
    "Num relatório que o coronel March Botta Adorna entregou no tribunal marcial de Belgrado, a 26 de Janeiro de 1732, foi pedida uma recompensa para o dito cirurgião do regimento (Johann Flüchnger) e para os seus adjuntos, pois eles mereciam "uma boa recompensa, por causa dos incômodos que tiveram e pelo extraordinário inquérito que conduziram" (até aqui é Ludwing von Thalloczy quem narra).
    O inquérito acima mencionado foi precedido por um outro exame médico, que publicamos fielmente, segundo os documentos. O relatório não está assinado (Hungria, 29 de Fevereiro de 1732):
    "Relatório sobre a comuna rural de Metwett, na Morávia, que se queixava de um morto acerca do qual, na qualidade de médico legista em Parakin, procedi a exames e a um inquérito minucioso na própria vila, andando de casa em casa, no dia 12 de Dezembro de 1731. Como não encontrei nenhum sinal de doença infecciosa ou de estados contagiosos, tais como febre, terçã ou quartã, pleurisia ou afecção pulmonar, que resultam de indisposições contraídas antes do jejum, desenvolvi o meu inquérito e perguntei porque se queixam assim. Soube que treze pessoas tinham morrido no espaço de seis semanas e quando perguntei de que é que se queixavam antes de morrer, declararam todos a mesma coisa. Haviam tido sintomas semelhantes aos da pleurisia e da afecção pulmonar e igualmente grandes febres e dores semelhantes às provocadas pelo reumatismo, mas supunham que esses estados eram devido à existência de Vampiros. Ajudados pelos seus próprios governantes e em presença do chefe de Kragolas. o cabo Von Stallada, tentei fazer que a idéia lhes saísse do espírito, explicando-lhes que não podiam conservar tal suposição. Entretanto, responderam que preferiam ir para outro lado antes que fossem assassinados daquela maneira. Como de costume, duas ou três famílias reuniram-se de noite; uns velavam, outros dormiam, julgando que as mortes não cessariam enquanto uma autoridade competente não ordenasse a execução desses Vampiros. Em seguida, disseram-me que houve na localidade duas mulheres que em vida se tinham transformado em Vampiros e que, após a morte, elas próprias tinham vindo atacar outras pessoas. Também me informaram que essas mulheres tinham sido enterradas há sete semanas, e as pessoas estavam, em sua opinião, perfeitamente convictas acerca deste assunto, particularmente no respeitante à mais velha. Por isso, mandei abrir a sepultura de dez pessoas, para poder fazer um relatório aprofundado sobre estes fatos, e em primeiro lugar a da mulher mais velha chamada Miliza, a qual segundo pensavam, estava na origem de tudo.
    Vampiro de 50 anos, morta há sete semanas. Tinha vindo da Turquia (viera de Montenegro que estava então ocupada pelos turcos) há seis anos e fixara-se em Metwett. Durante todo esse tempo os vizinhos viveram sem saber se ela acreditava no Diabo. De constituição magra e seca. Contava aos vizinhos que, noutros tempos, tinha comido carne de duas vítimas de Vampiros, e era por isso que quando morresse tornar-se-ia por sua vez Vampiro. Foi baseado nestas conversas que o povo fez o seu julgamento. Com efeito, vi o cadáver desta mulher. Como tinha sido de constituição magra e seca e morrera velha, era de crer que ao fim de sete semanas de enterrada, estivesse em semi decomposição.
    Contudo achamos que estava mais gorda e pareceu-nos ensopada em sangue: um sangue fresco corria-lhe das narinas e da boca. Tudo isto me pareceu extravagante. Não se podia deixar de dar razão às pessoas.
    Pelo contrário, após serem abertos alguns dos túmulos que encerravam adolescentes que eram em vida gordos e tinham morrido após uma doença breve e menos grave que a da velha, notei que os cadáveres apresentavam uma decomposição normal.
    A outra mulher acusada de ser Vampiro, de nome Stanno, tinha morrido de parto. A criança tinha vindo ao mundo mas ela morrera logo após, com vinte anos. Chegou a confessar aos vizinhos que, quando esteve na Turquia, onde os Vampiros reinavam igualmente em grande número, a fim de se proteger deles, se tinha untado com o sangue de um Vampiro executado. Por isso, quando morresse, tornar-se-ia por sua vez Vampiro. Dizia-se que era do mesmo tipo físico da primeira. A criança, que pouco mais tempo tivera de vida, foi enterrada fora do cemitério, visto que nem sequer havia sido batizada; a sua sepultura ficava atrás de uma sebe, perto do sítio onde a mãe tinha morado. Vi igualmente o cadáver dessa criança. Os outros, que eram da mesma constituição, tinham morrido uns após os outros com pequenos intervalos e, segundo a crença das pessoas, tinham-se igualmente se transformado em Vampiros.
    Eram, ainda segundo a mesma gente, Milloi, um rapaz de quatorze anos, falecido há cinco semanas e Joachim, um rapaz de quinze anos que também morrera a cinco semanas. Tinham morrido com um dia de intervalo, na seqüência de indisposições na altura do jejum, aquando de uma festa numa aldeia: Heyduckhen. Eram da mesma constituição que os outros.
Pudemos igualmente observar:
  • Ruschiza, uma mulher de quarenta anos, falecida há quinze dias, era parcialmente suspeita.
  • Peter, uma criança com quinze dias que morrera há cinco semanas, era, por seu lado, muito suspeito.
    Enfim, porque aqueles eram novos e tinham, igualmente, sido sepultados há muito pouco tempo (morreram de doença grave) e estavam decompostos como devia ser, os habitantes de Metwett perguntaram a si próprios porque estes e não os outros... Pois eram adolescentes e mais fortes, mais corpulentos e mais frescos que os outros. E já estavam plenamente decompostos. Esta argumentação não parece má, evidentemente!
Aconteceu o mesmo com os casos seguintes:
  • Milosowa, da aldeia de Heyduckhen, com trinta anos, falecida há três semanas.
  • Radi, um rapaz de vinte e quatro anos, sepultado há três semanas.
  • Wutschza, uma criança de nove anos, falecida há um mês.
    A fim de afastar esta calamidade, pediam respeitosamente que a execução destes suspeitos fosse efetuada, por ordem de uma autoridade competente, o que eu acho necessário, a fim de satisfazer estes indivíduos, e sendo esta vila relativamente importante."
    "Pologojowits (Pedro) - Vampiro que espalhou o terror no ultimo século na aldeia de Kisolova, na Hungria, onde fora enterrado há dez semanas. Apareceu de noite a alguns habitantes da dita aldeia, durante o sono, e apertou-lhes de tal modo a garganta que morreram dentro de vinte e quatro horas. Fez deste modo pessoas, tanto velhos como novos, no espaço de oito dias.
    A própria viuva de Plogojowits declarou que o marido tinha vindo pedir-lhe os sapatos, o que a assustou de tal modo que deixou a aldeia de Kissilva. Estas circunstâncias levaram os habitantes da aldeia a tirar da terra o corpo de Plogojowits e queima-lo, a fim de se livrarem de suas infestações. Descobriram que o corpo não exalava qualquer mau odor, que estava inteiro e como vivo, à exceção do nariz, que parecia enrugado; que os cabelos e a barba tinham crescido, e que em substituição das unhas antigas, que tinham caído, haviam crescido outras; que sob a primeira camada de pele, que parecia morta e esbranquiçada, existia uma outra, sã e de cor natural. Notaram também sangue fresco na boca, que Vampiro tinha certamente sugado das pessoas que matara. Mandou-se procurar uma estaca aguçada, que se espetou no peito, de onde saiu uma grande quantidade de sangue fresco e vermelho, (e também jorrou sangue) tanto pelo nariz quanto pela boca (como se o tivesse vomitado). Em seguida, os aldeões puseram o corpo sobre uma fogueira, e reduziram-no a cinzas, e ele nunca mais sugou."
    Supõem-se que este seja o mesmo vampiro do seguinte trecho de Glaneur Hollandais, em Lettres Juives, do Marquês Boyer d' Argens, nova edição de 1738, carta número 137: "Acabou de ocorrer nos quartéis da Hungria uma cena de vampirismo que foi devidamente atestada por dois oficiais de Belgraro, que se deslocaram ao local, e por um oficial das tropas do imperador, em Gradish, o qual foi testemunha ocular dos processos.
    Nos princípios de setembro, morreu na vila de Kisilova, a três léguas de Grandish, um velho com a idade de sessenta e dois anos. Três dias depois de ter sido enterrado apareceu ao filho, pedindo-lhe de comer. Este serviu-o, ele comeu e desapareceu. No dia seguinte o filho contou aos vizinhos o que acontecera. Nessa noite o pai não apareceu, mas na noite seguinte voltou e pediu comida. Não se sabe se o filho lha deu ou não, mas o fato é que este foi encontrado morto na cama. No mesmo dia cinco ou seis pessoas adoeceram subitamente naquela vila, e uma após a outra acabaram por morrer poucos dias depois.
    O magistrado da localidade foi informado do que tinha acontecido e remeteu uma relação ao tribunal de Belgrado, que enviou à vila de Kisilova dois dos seus oficiais e um carrasco a fim de examinar o fato. O oficial imperial que enviara a relação deslocou-se também de Grandish, para ser testemunha de um fato do qual tinha ouvido falar muitas vezes.
    Foram abertos todos os túmulos dos que tinham morrido há menos de seis semanas. Quando se chegou ao do velho, este foi encontrado de olhos abertos, com uma cor vermelha, respirando naturalmente, e contudo imóvel como um morto. Donde se concluiu que era mesmo um Vampiro. O carrasco espetou então uma estaca no coração. Fez-se uma fogueira e o cadáver foi reduzido a cinzas.
    Graças a Deus, nós não somos mais do que crédulos! Reconhecemos que todas as luzes da física que podemos aproximar deste caso não descobrem nada acerca das causas. Contudo, não podemos negar-nos a acreditar num fato juridicamente comprovado; e por pessoas de probidade..."

vampirismo psyvamps

Vampiros Psíquicos

Bebendo Sangue
    De fato, há mais histórias que descrevem contos de vítimas que são escoadas de energia (qualquer energia física, mental ou emocional) que há contos de vítimas que são escoadas de sangue. A maioria das histórias em folclore de vampiro fala de vítimas sendo debilitadas lentamente, uma condição que pode acontecer como resultado de interação contínua com um psyvamp.
    Muitos psyvamps sentem atração por sangue. Muitos psyvamps, especialmente aqueles que são desinformados da sua verdadeira natureza, viram vampiros bebedores de sangue por ser algo que alivia o sentimento de carência de energia (o sangue tem uma altíssima concentração de energia).
Como saber se eu fui atacado por um Vampiro Psiquico ?
   É importante entender a diferença entre ser atacado e só estar cansado. Todo o mundo entra por pontos na vida em que se sente exausto e/ou deprimido, e estes sentimentos necessariamente não indicam um ataque de psyvamp.
    Um ataque de psyvamp pode ser sentido freqüentemente enquanto está acontecendo, quando a vítima é sensível o suficiente para sentir a própria energia. Se você está ao redor de uma pessoa que constantemente o deixa sentindo "escoado", fraco ou cansado, aquela pessoa pode ser um psyvamp. Eles podem ou não estar conscientes do que estão fazendo.
    Defender-se de um ataque de psyvamp não é uma tarefa simples. Uma convicção comum do passado era que cruzar suas pernas e braços simplesmente e enfocar em fechar sua energia dentro de você seriam bastante para impedir para um psyvamp de ganhar acesso à sua energia pessoal. Isto pode funcionar se feito por uma pessoa que é treinada e tem um comando forte sobre a própria energia. Técnicas usadas em treinamento psíquico, como gerar proteções de energia pessoais ou proteções de aura podem ajudar também defender contra um ataque.
Como os Vampiros Psiquicos drenam energia ?
    O processo de drenagem de energia de outros é diferente de um psyvamp para outro, entretanto algumas linhas comuns aparecem. Os que o fazem conscientemente, podem concentrar o olhar e simplesmente puxar a energia para si. Esta técnica que é geralmente é chamada alimentação ou drenagem. Contato físico geralmente não é necessário durante a drenagem, embora algum psyvamps prefiram utilizá-lo. A maioria do psyvamps tem a habilidade para puxar energia de longe. Alguns preferem puxar energia por contato sexual, e alguns podem puxar energia até mesmo pelo telefone.
    Para a maioria dos psyvamps, puxar energia é instintivo. Eles se dão conta subconscientemente da necessidade de energia e imediatamente começam a procurar fontes de energia mentalmente. Um psyvamp pode ser atraído às pessoas hyper. Um psyvamp também pode ser atraído a lugares onde há muitas pessoas, normalmente lugares onde é provável que energia esteja alta, como clubes ou até mesmo cidades grandes. Nesses casos, um psyvamp pode tirar quantias pequenas de energia de muitas pessoas em vez de escoar um só indivíduo.
Como Posso me tornar um Vampiro Psiquico ?
    Ser um psyvamp não o faz mais atraente ou sexy. Não o faz mais misterioso. Não lhe oferece o estilo de vida fascinador dos vampiros descrito em ficção, filme e televisão. A realidade da vida de um psyvamp é um real contraste às imagens criadas pelas mídia hoje.
    A maioria dos psyvamps é sozinha. Ninguém quer estar ao redor de alguém que constantemente o deixa sentindo falta de energia. Psyvamps são freqüentemente prepotentes, como resultado de se alimentar excessivamente em uma tentativa de compensar a falta de energia. Flutuações drásticas em humor acontecem freqüentemente como resultado de energia instável. Os "baixos períodos" quando o nível de energia de um psyvamp é esvaziado pode conduzir a turnos de depressão. Um psyvamp não treinado pode ser até mesmo um perigoso àqueles ao redor dele. O processo de treinamento é árduo.
    Como você pode ver, as desvantagens são imensas. Eu aconselharia qualquer um com o desejo de se tornar um psyvamp a reconsiderar seriamente. Ainda é desconhecido sobre se um indivíduo deve ou não nascer um psyvamp, ou se a condição pode ser passada. Assim eu recomendaria não alimentar suas esperanças.
Energia Positiva ou Negativa ?
    A energia drenada por psyvamps é uma só. As experiências demonstram que não existe uma energia positiva e outra negativa. São ambas a mesma energia, mas com "polarizações" diferentes. O conceito seguido para se especificar o tipo de energia é extremamente relativo. Se um psyvamp drenar a energia de alguém e se sentir bem com ela, dizemos que ela é positiva para ele e vice-versa. A mesma energia que fez bem para este psyvamp pode não fazer bem a outro psyvamp, sendo então considerada negativa. Cada pessoa possui uma polarização diferente e que pode ser alterada de acordo com o estado de humor dela.
    Também me perguntam se é possível matar uma pessoa drenando-a. Não acho impossível, mas é muito pouco provável que alguém consiga drenar tanta energia e tão rápido a ponto do regeneramento da energia por parte da fonte não seja suficiente para mantê-la viva, embora já tenha havido um caso onde um psyvamp numa crise de raiva conseguiu deixar uma pessoa tonta e derrubá-la apenas drenando-a intensamente.
    Um psyvamp suficientemente treinado e acostumado a drenar energia é capaz de em menos de uma hora fazer com que uma pessoa durma, e com um pouco mais de prática, fazer com que ela durma por várias horas.
O que é um Vampiro Psiquico ?
    Um tremendo benefício que a habilidade para manipular energia lhe dá é a oportunidade para usá-la para a cura. Um psyvamp treinado pode aplicar as técnicas de uso energia de sua energia para o processo curativo em si mesmos e em outros. Isto pode ser feito de dois modos diferentes. A primeira maneira de cura envolve a drenagem da energia estragada do indivíduo doente num esforço limpar e equilibrar o sistema dele. A segunda maneira de cura envolve transferindo energia saudável do psyvamp para o indivíduo doente numa tentativa de somar as forças para o processo curativo do corpo do próprio paciente. Acredita-se que em um alto grau de desenvolvimento, isso possas significar a imortalidade.

poema




eu te quero


o teu corpo perdido:na tua pele macia
me fazem parar de pensar
e ainda me arrepia
tuas palavras doces
e tua pele macia
me fazem te querer
e apagam minha agonia
a tua pele morena faz do sol a lua doce serena
olhando para teus olhos
vejo o infinito
querendo voce vejo que e estinto
meu corpo ja nao e o mesmo
voce o mudou
meu coraçao aprendeu a te conhecer
gritando cada vez mais alto so quero voce
em teus olhos negros como a noite
me perco em desejos perfeitos
e entao vem a noite novamente
ela cai sobre meu ser
tentando me dizer
o quanto devo te querer
mas ela nao sabe
que eu te espero
entao eu q respondo que eu ja te quero
te quero assim te quero pra sempre
e nao mude nada
so seja minha amada...


(autor)alan braga

poema




na pele de um vampiro


quando a noite vem so e fria
eu fico a imaginar o infinito
desta minha custa vida
que promete ser distante
entao vem a fome por um ser fresco
apoderando-se da minha mente
mas a pena de tirar uma vida
instala-se nesse meu coraçao ainda quente
a nescessidade se choca com a etica
a solidao morbida me submerge
tenho nas minhas maos
o poder de dar vida eterna
mas sera justo dar vida ja morto?
a eternidade e sedutora
mas o poder de sentir amor e vida
e esta vida insanguinia que leva a morte
muitos sao aqueles que me pedem a vida
mas que vida posso eu dar se ja sou cinza
o desejo de ter alguem para partilhar o mundo
e grande forte mais egoista
estas noites de cinzas funebres
que assombram e seduzem olhares curiosos
saceiam meu ser com sede de vida fresca.....


(autoria)desconhecida

sábado, 16 de julho de 2011

poema

Sonhos

FANTASIAS QUE VEM E QUE VÃO A TODO INSTANTE
HOJE NESSA NOITE FRIA,RESOLVI SONHAR COM VOCÊ
RESOLVI REVIVER NOVAMENTE AQUELE ETERNO PRAZER...

NOITE EM QUE MEU CORPO TOCOU O SEU
NOITE EM QUE TEU CORPO FRIO TOCOU O MEU...

UM SONHO INSANO TALVEZ,MAS SUSTENTADO PELO MEU INSISTENTE DESEJO
DESEJO ESSE QUE PERSEGUE MINHA ALMA DURANTE SÉCULOS...

DESSE SONHO NÃO TENHO COMO FUGIR,É IMPOSSÍVEL ME ESQUIVAR DE TEUS OLHOS VIDRADOS E QUE MUITAS VEZES ME FIZERAM TEMER...


POR HORA,APENAS SONHO COM A SITUAÇÃO,MAS SEI MEU AMOR QUE BREVE SUA BATALHA ACABARÁ E VOCÊ VIRÁ A MEU ENCONTRO,PROVAR PRA MIM QUE MESMO OS SONHOS MAIS IMPOSSÍVEIS SÃO POSSÍVEIS COM VOCÊ...


(AUTORIA)CAROL SILVA

poema

CHEGA DE REGRAS

NESSA VIDA DE TÉDIO E ROTINA VOCÊ É MINHA ÚNICA CHANCE DE SER FELIZ E MUDAR
VOU PINTAR MEU CABELO DE AZUL JOGAR AS ROUPAS FORA MUDAR MEU ESTILO MEU PENSAMENTO
SER DIFERENTE, INCONSEQUENTE...

CHEGA DE REGRAS PRA SER FELIZ
CHEGA DE REGRAS PARA AMAR

O QUE EU QUERO E PEÇO BIS É PRA SEMPRE...

AMAR VOCÊ
AMAR VOCÊ,AMOR

VEM COMIGO,SER DIFERENTE,INCONSEQUENTE!!!

CHEGA DE REGRAS PRA SER FELIZ
CHEGA DE REGRAS´PARA AMAR

O QUE EU QUERO E PEÇO BIS É PRA SEMPRE...

AMAR VOCÊ
AMAR VOCÊ,AMOR...


(AUTORIA) CAROL SILVA

Lacrimosa - My Last Goodbye

TRISTANIA - Year of the Rat (Official)






Noturna - Cursed



A banda Noturna foi formada em Agosto de 2002 por Vivian Bueno (Vocal), Fábio Bastos (Vocal e Guitarra)
Victor Munhoz (Piano e Sintetizadores) eGuilherme Carvalho (baixo) visando mesclar as diversas influências de cada integrante.

tudo sobre banda therion







O Therion foi formado em 1987 na Suécia pelo músico Christofer Johnsson, vocalista, compositor e principal integrante. A combinação de Heavy Metal com elementos clássicos, sinfônicos e corais medievais, faz do Therion um dos maiores expoentes do Metal atual. A criatividade e ousadia na proposta musical, são mais significativas que o marketing, caso raro nos dias atuais.
Tudo teve início quando a banda ainda chamava-se Blitzkrieg, e no ano de 1989 lançou as demos Paroxysmal Holocaust com 600 cópias em cassete, e pouco depois Beyond The Darkest Veils Of Inner Wickedness. Nesta época, a banda arcou com os custos das gravações e das cópias. No ano seguinte, foi gravada e lançada a terceira demo intitulada Time Shall Tell. Neste período, vários nomes foram cogitados, porém Therion foi adotado definitivamente. Segundo Christofer, o nome Blitzkrieg já não era coerente com o estilo musical, já que a essa altura a banda fazia um som mais sofisticado.
Em 1991, o álbum Of Darkness... foi lançado pela Deaf Records, trazendo composições do período de 1987 a 1989. Assim, ainda estão presentes fortes influências do Death Metal anterior. Em dezembro o álbum Beyond Sanctorum foi gravado pela Active Records. Algumas faixas trazem um vocal feminino e um masculino "limpo", além dos teclados mais presentes e elementos da música árabe.
O álbum Symphony Masses: Ho Drakon Ho Megas foi lançado em 1993 pela Megarock / Nuclear Blast. Desta vez, foram introduzidos elementos do Heavy Metal tradicional dos anos 80, além da influência clássica e industrial, e mantidas as adições árabes.
Em 1995 o Therion lançou o single Beauty in Black, que vendeu 12.000 cópias em toda a Europa e ratificando o sucesso, demonstrando que a legião de fãs se alastrava pelo continente. No mesmo ano, o álbum Lepaca Kliffoth inseriu uma orquestra sampler e dois solistas de ópera, além dos vocais mais melodiosos de Christofer Johnsson.
O álbum Theli lançado em 1996, consagra a banda como precursora de um novo estilo musical que ia além do Metal. As letras inspiradas em livros e vivências de Christofer, foram escritas muito tempo antes, mas a banda ainda não havia alcançado a maturidade necessária para que estas faixas fossem gravadas. Ainda em 1996, Siren of the Woods foi lançado e a música homônima é a primeira faixa a ser executada nas rádios européias. Por ser mais melodiosa que as anteriores, esta música despertou um interesse maior das gravadoras. Em 1997 o Therion lança A' araq zaraq: Lucid Dreams, completando a primeira década da banda. Algumas faixas foram compostas paraTheli, mas não combinavam com a proposta do álbum. Ainda em A' araq zaraq: Lucid Dreams, foram inclusas covers gravadas muito tempo antes.
A experiência bem sucedida de Siren of the Woods levou o Therion a lançar o single Eye of Shiva, que trazia quatro músicas especialmente gravadas para divulgação nas rádios. Por exemplo, a faixa Eye of Shiva traz duas versões, sendo uma delas editada para as rádios. A mesma versão da faixa The Rise of Sodom and Gomorrah foi usada no álbum Vovin que seria lançado meses depois. Desta forma, a banda tornou-se mais acessível, e Vovin ganhou grande repercussão.
Posterior ao Crowning of Atlantis, foi lançado o álbum Deggial em 2000, que demorou três meses para ser gravado. Neste álbum, Christofer introduziu também instrumentos de sopro e uma orquestra de tambores.
O décimo álbum intitulado Secret of the Runes foi lançado em 2001. Menos agressivo e mais melancólico que Deggial, este trabalho foi baseado no folclore nórdico. Os nove mundos que compõem o Yggrasil da mitologia, foram citados ao longo de nove faixas, além da simbologia ocultista das tradições nórdicas. A base musical desta obra é o clássico compositor alemão Richard Wagner, que também citava a mitologia dos povos saxões em suas músicas. A turnê de Secret of the Runes realizada no mesmo ano, passou pela Europa e América Latina. No Brasil, foram feitas apresentações em Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.
No final de 2001, foi lançado Bells of Doom. Este álbum é uma coletânea de versões muito raras do início da carreira, gravadas especialmente para o fã-clube. Em 2002, gravam Live in Midgard, com os 24 maiores sucessos desde 1987. Este é o único ao vivo, gravado em Columbia, Budapeste e Hamburgo.
Depois de três longos anos de espera por parte dos fãs, o Therion lança mais uma obra-prima em maio de 2004, ou melhor duas: Lemuria e Sirius B. Vendido primeiramente como álbum duplo, novamente estoura em todo o mundo com a continuação do estilo que vinha seguindo desde Theli. O trabalho foi fruto de 9 meses em que 170 pessoas, entre músicos e cantores, participaram das gravações. Com guitarras distorcidas, orquestras sinfônicas e coros góticos, o Therion mantém sua hegemonia em relação às bandas que fazem a fusão do erudito com o Heavy Metal, mostrando o aperfeiçoamento cada vez maior de seu estilo.
Em 27 de agosto de 2004, a banda faz sua única apresentação no Brasil pela turnê do novo trabalho, embora já tivesse feito um show em 2001. Com um show de duas horas e meia, levam à loucura os paulistas no Directv Music Hall, esbanjando disposição com performances verdadeiramente épicas.
Em 2005, o Therion deu continuidade à divulgação de Lemúria e Sirius B. As turnês atravessavam a Europa e levavam uma multidão de expectadores. Em dezembro, a banda faz uma apresentação totalmente orquestrada na Romênia. No ano seguinte, entre julho e setembro, foram gravadas as músicas que comporiam o novo trabalho. Neste caso, os "novos trabalhos".
Mais uma vez o Therion inova e lança, em janeiro de 2007, um álbum duplo. Gothic Kabbalahtraz oito faixas no primeiro CD e mais sete no segundo CD. Com a participação de vários músicos, estes discos mantêm a consagrada proposta musical: arranjos exuberantes inseridos numa imensa variedade sonora.
Ainda, é lançado o Celebrators of Becoming, um "digipack" com quatro DVD’s, contendo apresentações ao vivo e vários videoclipes; e mais dois CD’s também ao vivo. Sem dúvida, tanto oGothic Kabbalah quanto o Celebrators of Becoming são verdadeiros presentes para os fãs da banda.
Após vinte anos de carreira, o Therion já passou por várias mudanças, tanto entre os integrantes como na musicalidade. Mas a sofisticação e a inovação musical são características que se mantêm presentes em todo esse tempo.

O Livro das Sombras



Livro das sombras, diário de um(a) bruxo(a)...

Receitas

Experimentos

Tantas coisas a serem anotadas...

Um diário...


O que é, e como ser Wicca - Bruxa ou Bruxo
As Bruxas acreditam e aceitam a Lei Tríplice, que determina que um ato sempre tem a resposta em efeito bumerangue. O que se faz retorna 3 vezes para o emissor, portanto tratam de gerar bons pensamentos e fazer todas as coisas sempre para o bem de todos os envolvidos.
Em que acreditam as Bruxas? O que é ser Wicca?
· Respeito na mesma proporção não só a seres humanos, mas para a Terra, animais e plantas.
· Realização dos Ritos no interior de um Círculo Mágico, pois os Círculo é um espaço sagrado.
· Convicção na reencarnação.
· Observação da mudança das Estações do ano, com 8 Sabás Solares e entre 12 e 13 Esbás Lunares(21 ritos anuais).
· Crença nos aspectos femininos e masculinos do Divino.
· Repúdio ao proselitismo, pois pessoas só se tornam Bruxas por escolhas própria.
· Igualdade à mulheres e homens, pois ambos são complementares, apesar de sempre a mulher ser enfocada.
· Importância aos "3 Rs" : REDUZIRREUTILIZAR , RECICLAR.
· O sentido de servidão à Terra.
· Respeito por todas as Religiões e liberdade religiosa.
· O Repúdio por qualquer forma de preconceito.
· Conscienciosidade em relação à cidadania.

Respostas para as diversas deturpações atribuídas a Bruxaria.
Bruxas não acreditam nem honram a Deidade conhecida como Satã, pois o demônio é uma crença da Igreja Católica e de outras correntes do Cristianismo.
Bruxas não sacrificam animais ou humanos.
Bruxas não renunciam formalmente o Deus Cristão, apenas acreditam em outros aspectos divinos.
Bruxas ou bruxos não odeiam os cristãos, a bíblia ou Jesus, nem são anti-cristãos, apenas não são cristãos.
Nos Sabás e Esbás não são utilizadas nenhuma droga ou são feitas orgias sexuais.
Bruxas não praticam necessariamente Magia Negra.
Bruxas não forçam ninguém à fazer algo que agrida seus princípios e crenças.
Bruxas não profanam Igrejas Cristãs, hóstias ou bíblias.

Como tornar-se um praticante da Religião Wicca?
Desde que os seres humanos estão neste planeta o espírito tem escolhido seres com um dom especial para trabalhar com a magia. Em verdade todos podemos estudar ciências mágicas ou místicas, mas só poderemos praticá-las depois de muito conhecimento, dedicação e treinamento. Costuma-se dizer que o aluno encontrará seu mestre quando seja a hora e momento, e eu sempre digo que não são alunos, mas filhos adotados com a alma.
A Iniciação
Para ser um iniciado em Wicca é necessário que se estude a filosofia pelo prazo mínimo de um ano e um dia. O ano segue o Calendário Lunar de 13 meses de 28 dias, mais um dia, no total 365 dias. Daí vem a expressão "Um Ano e um Dia", pois, quando é iniciada, a pessoa estuda durante esse período para, depois, confirmar seus votos. O Calendário de 13 Luas também era usado pelos Maias, e é o que se afina melhor com os Ciclos da Terra. Para um praticante de Bruxaria é muito importante se afinar com asfases da Lua.
Quando o adepto se achar pronto para ser um(a) bruxo(a) - aceitando todos os princípios da bruxaria - pode buscar dois métodos de começar nesta filosofia pagã: através de autoiniciação ou ser iniciado por um bruxo(a) experiente e capaz.